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Trailer de "Sadako vs. Kayako". Ou seja, "The Ring" contra "The Grudge"

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Chegou à internet (quer dizer, já anda por aqui há meses, mas até agora a Universal não permitiu que fosse divulgado em massa) o trailer de "Sadako vs. Kayako", uma espécie de "Freddy vs. Jason" ambientado no universo de "Ringu" e "Ju-On" ("The Grudge"), feito à medida dos fãs do terror nipónico (a Sadako é a vilã do "Ringu" e a Kayako é a má da fita do "Ju-On").

Confesso que perdi o rasto ao "Ringu", "Ju-On" e respetivos derivados em meados da década passada, mas basta uma pesquisa rápida na internet para descobrir pelo menos meia dúzia de filmes associados a estes franchises que não fazia a mínima ideia que existiam.

Com tamanha popularidade, seria uma questão de tempo até aparecer por aí um crossover da moda.

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"Batman v Superman" vai ter classificação para adultos... mas só no mercado doméstico.

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Tal como esperado, não demorou muito tempo para que o sucesso de "Deadpool" começasse a produzir os primeiros efeitos noutros franchises.

Segundo o IndieWire, a Motion Picture Association of America (que, entre outras coisas, se encarrega da controversa classificação dos filmes norte-americanos por faixa etária) confirmou que "Batman v Superman" vai ter uma versão Rated R destinada ao mercado doméstico chamada de "Ultimate Edition".

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É óbvio que um Rated R não é sinónimo de qualidade (o próprio "Deadpool" que o diga). Mas também não é muito simpático sabermos que o filme que vai estrear dentro de um mês, e com o qual pretendem encher os cofres da WB e lançar um franchise multimilionário, nem sequer vai ser a versão definitiva.

 

Crítica: "Deadpool" (2016), de Tim Miller

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"Deadpool" é tudo o que todos gostaríamos de ter sido em determinado momento das nossas vidas. Tem pinta, é irreverente e um nadinha (quase nada!) perverso. Não é portanto de estranhar o sucesso estrondoso que tem alcançado mundialmente.

Neste segunda aparição no cinema (vamos esquecer o "X-Men Origins: Wolverine", ok?), "Deadpool" abraça finalmente a essência do livros de banda-desenhada que o trouxeram ao mundo e não hesita em exibir despudoradamente uma dose cavalar de ultra-violência auto-consciente, complementada pelos constantes jogos narrativo com o espetador.

Os fãs agradecem e os que até agora desconheciam o personagem tem aqui a oportunidade perfeita para saírem da ignorância. No entanto, a grande virtude de "Deadpool" é trazer até ao mainstream a ideia de que o universo dos super-heróis pode ser muito mais criativo e maleável do que aquilo que a Marvel e a DC nos têm feito acreditar nos últimos anos.

Talvez por isso, e por acreditar no potencial quase ilimitado do personagem, não consiga esconder esta terrível frustração que me assola o espírito desde o momento em que meti um pé fora da sala de cinema.

Bem feitas as contas, e passado o momento "wow" inicial, "Deadpool" é um filme bastante limitado. O vilão é fraquito, a resolução do enredo é previsível e o humor +18 acaba por perder a irreverência e cair na banalidade a partir de certo ponto. Podia-se argumentar que é uma paródia/desconstrução dos filmes de super-heróis e que a utilização dos clichés é propositada. Sim, em muitas partes o argumento é auto-consciente das suas falhas e chega mesmo a denunciar algumas (a falta de orçamento para contratar outros X-Men, por exemplo). Mas esse parece-me ser mais um caso de damage control ao estilo de "vou gozar comigo antes que os outros o façam", do que uma solução realmente criativa.

"Deadpool" critica convenções sem apresentar alternativas e arrasa soluções que acaba por adoptar envergonhadamente. Infelizmente estamos muito longe da paródia de género de um "Last Action Hero" ou até mesmo de um "Kick Ass".

Para além do estilo inusitado (que nos deixa inegavelmente bem dispostos), o mais interessante de "Deadpool" acaba mesmo por ser a tal história de amor pouco convencional promovida nos trailers de São Valentim (a química entre o Wade e a Vanessa funciona na perfeição) e a revelação de que Ryan Reynolds, um indíviduo que até agora considerava ter o carisma de um tijolo desbotado, é afinal um tipo com bastante piada.

***

Chegou o trailer final de "Batman v Superman"

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Chegou aquela altura do ano em que vamos todos parar de fazer o que quer que estejamos a fazer (sim, também se aplica a vocês, amigos cirurgiões) e clicar aqui. O último trailer de "Batman v Superman: Dawn of Justice" já está entre nós e é tudo o que se podia esperar dele (isto claro se forem fã do Batman e acharem que o Super Homem não passa de um extraterrestre choninhas com dificuldade em conjugar cores).

Agora é só esquecer a parte final do trailer anterior e ir para o cinema à confiança.

"Batman v Superman" estreia em Portugal a 26 de março. 

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