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Feliz Natal a todos!

Como todos os anos, chegámos ao Natal. Aquela altura do ano. Por todo o lado só se ouve : Paz para todo o mundo ; compreensão para todos os homens ; A vida é bela, aproveitem-na! É o chamado espírito natalício - que tem o seu quê de lamechas, pois claro.

Depois há os outros. Aqueles que dizem que são contra o Natal. Declaram aos quatro ventos que é um época hipócrita, consumista e que perdeu a sua essência. Para esses só tenho a dizer: Que vidinha tão infeliz que vocês devem ter...

As pessoas consomem, gastam dinheiro (o que têm e o que não têm), mas não o fazem por elas. Fazem pelos outros. E mesmo que as grandes multinacionais se aproveitem disso (não digo que não, porque gente sem escrúpulos sempre as houve e haverá), a vida é de cada um e os seus sentimentos pessoais são únicos. Todos têm o direito de não gostar do Natal... Mas parem com os clichés, que muitas vezes se revelam pura hipocrisia pessoal, muito pior e mais grave que aquela contra qual lutam ferozmente. Esta época vai muito para além da discussão sobre a legitimidade do consumismo.

Afinal porque será que ninguém fica indiferente a uma música de Natal? De certeza que não é porque quem as fez colocou nelas uma mensagem subliminar que apela ao consumismo. Não será porque toca cá dentro? Porque sentimos através dela o verdadeiro espírito natalício?

Não me importa que se comemore o nascimento de Cristo, ou o nascimento do pai Natal. O Natal, mais que uma época religiosa, é uma altura de reflexão pessoal, em que nos apercebemos (ao menos uma vez por ano) do que vale realmente a pena, e que chegamos à conclusão que se não aproveitarmos os pequenos momentos de felicidade que encontramos ao longo da vida, esta deixa de fazer sentido.

A vida é para vivê-la, e mais uma vez desafio-vos a fazer (ou pelo menos, a começar a fazer) este Natal, aquilo que sempre quiserem. Dêem sentido à vossa vida. Ouvi há pouco tempo alguém a dizer que o sentido da vida é para esquerda. Se tivermos em conta que a esquerda é o lado do coração, não está muito longe da verdade.

Eu gostaria de acreditar no Pai Natal, principalmente numa altura como esta em que é tão difícil acreditar nas pessoas. Nunca vivi anos tão felizes como esses em que na manhã de Natal corria para a chaminé, na expectativa de ver o que esse senhor de barbas brancas me tinha deixado. É a pensar nestes tempos que me declaro, aqui e agora a FAVOR DO NATAL.

Agora pergunto-vos : O que fariam se não tivessem medo? E que tal se o fizessem este Natal?

Tenham um excelentíssimo Natal. E directamente de um Natal passado aqui fica:



(que saudades que eu tenho destes rapazes)

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