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CINEBLOG

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Cowboy Tarantino

Segunda testemunhas no local, no momento em que foi tirada esta foto, Tarantino estava frente a frente com Robert Rodriguez desculpando-se por "Planet Terror" ter sido melhor que "Death Proof":

"Aquele filme era pequeno de mais para nós dois", dizia.



Ok, disparates à parte, esta imagem pertence ao filme "Sukiyashi Western Django" de Takeshi Miike (em exibição no Festival de Cinema de Toronto), onde Tarantino Man faz uma pequena aparição (se bem se lembram, Miike também apareceu em "Hostel", filme apadrinhado por Tarantino).

Para mais fotos, cliquem aqui!

"Dragon Ball Z" o filme - será desta?

Aqui há uns anos, durante os primórdios deste vosso blog, falou-se de forma muito insistente num filme live action do "Dragon Ball Z" realizado por Roland Emmerich, que nunca se veio a concretizar.

Pois o rumor está de volta, desta vez lançado pela jornal canadiano "The Gazette" (sem a parte do Emmerich).

Segundo o "The Gazette", a 20th Century Fox planeia para breve um filme da mítica saga orçado em cerca de 100 milhões de dólares, com o início das filmagens já planeado para o ano que vêm.

As próximas semanas vão trazer a veracidade ou não desta notícia.

Até lá deixo-vos com uma pérola. Cliquem aqui para a maravilhosa versão live action de "Dragon Ball" realizada em 1989 sob o nome "Xin qi long zhu". Maravilha, hein?

Passatempo - Os Fantasmas de Goya : vencedores



Nos cinemas a 6 de Setembro


E os vencedores do passatempo "Os Fantasmas de Goya" a decorrer amanhã dia 4, pelas 21h30 no Norte Shopping foram:

:: Ricardo João Caria Pinheiro
:: Daniel Borges Cruz Louro
:: André Gustavo Bahute
:: Daniel Teixeira Martins
:: Rosa Margarida Marques Pereira
:: Sofia Cristina Monteiro Faria Leite
:: Ângela Maria Martins Vieira
:: Pedro Gabriel Oliveira Teixeira
:: Francisco Carlos Moreira Martins
:: Ana Catarina Vilela


Se foste um dos vencedores aqui ficam os meus parabéns e já sabes que para levantares o convite, tens que te apresentar com o B.I. ou outro documento identificativo (nada de fotocópias) junto das bilheteiras do cinema, 30 minutos antes do início da sessão.

"Vacancy"



"At least they could've provided us with a little bit of porn"


E Hitchcock continua a marcar pontos como um dos realizadores mais influentes do século passado. Se aqui há um par de semanas chegou às nossas salas "Disturbia", um filme claramente influenciado por "Rear Window", neste "Vancancy" o mestre de cerimónias é "Psycho".

O motel, a viagem nocturna, o recepcionista psicopata, e se quisermos ir mais além, até no desenho e música dos créditos (iniciais e finais) encontramos semelhanças com as obra de Hitchcock. Mas a verdade é que, apesar disto, tal como em"Disturbia", estamos perante uma experiência surpreendentemente satisfatória.

Felizmente que para os fãs do velho susto surgem de vez em quando alternativas aos cada vez mais populares filmes "talho" (vocês sabem do que eu estou a falar). Apesar de tratar de um tema violento por natureza (os filmes snuff), o realizador húngaro Nimród Antal ("Kontroll") opta por deixar de lado os litros e litros de sangue, e apostar num tratamento mais subtil onde a tensão é dona e senhora.

Este não é um primo de "Hostel". É um filme de suspense da velha escola, com alguns clichés óbvios (o carro que avaria do meio de nenhures durante a noite e o polícia solitário que aparece, por exemplo), mas também com alguns rasgos de criatividade e longe de ser previsível.

Aliás, poucos filmes são tão honestos na sua premissa como este. Cedo se começa a saber para o que se veio. Não há grandes mistérios nem twists muito elaborados, só há pessoas que querem filmar pessoas a matar outras pessoas.

Mas é dessa honestidade que surge também um dos maiores problemas do filme. No fundo, ele não nos leva a lado nenhum. O tema é banal, e apesar de ser superiormente executado (ao nível da realização e do trabalho dramático dos actores), não consegue por si só tirar-nos a sensação de estarmos a ver uma espécie de curta-metragem (até porque a duração não vai para lá dos 80 minutos e pouco) que foi esticada até à exaustão.

Muita da culpa também a têm o facto do cenário ser um pouco limitado para acolher a acção de uma longa metragem. Sim, ajuda a transmitir aquele sensação de real desconforto e claustrofobia, mas a dado momento ficamos com a ideia de que os argumentistas ficaram sem saber para onde fazer os protagonistas fugir.

Não é um filme grandioso, nem poderia ser. É uma experiência interessante com bons momentos de tensão, bem realizado e bem interpretado, mas demasiado simples para aspirar a ser algo mais memorável.

(6/10) * * *

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