Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

CINEBLOG

CINEBLOG

Crítica - "The Dark Knight" : Quando um morcego conhece um palhaço


Desta vez deixo os comentários parvos a cargo de "outra" pessoa.
 


"Terminator 2: Judgment Day", "Godfather 2", "Empire Strikes Back", "X-2", "Spider-man 2", "Toy Story 2". A história do cinema recente já nos mostrou que, independentemente dos géneros, as segundas partes podem superar em muito os seus antecessores. Pois há que arranjar espaço na lista, porque "The Dark Knight" acabou de chegar.

Em mais do que um aspecto, "The Dark Knight" começa onde "Batman Begins" acaba. Regressa aos dilemas morais levantados pelo seu antecessor e dá-lhes um seguimento e consequências lógicas inevitáveis. O sistema de valores que o alter-ego mascarado de Bruce Wayne talhou (a tanto custo) na película anterior é aqui mais uma vez posto em causa com o surgimento de um novo e poderoso vilão de cara branca.

No filme anterior, Henri Ducard defendia que a única solução para a violência era a destruição sem escrúpulos dessa violência. Batman contrariou-o, invocando o valor universal da vida e da justiça e assumindo o morcego como símbolo peirciano desses valores. Mas será que esses valores serão suficientes para deter um génio do crime que não tem outra motivação para além do «querer ver o mundo a arder»? A resposta pode ser encontrada dentro dos 150 minutos deste filme.

"The Dark Knight", mais do que um filme de super-heróis, é um filme de heróis; é a definitiva reflexão sobre o que eles simbolizam, sobre a eterna luta entre a ordem e o caos e sobre a debilidade da ordem social estabelecida. A humanidade sempre necessitou de heróis, reais ou fictícios. Super ou não super.

 
Texto publicado na íntegra aqui.

11 comentários

Comentar post

Siga-nos:

Blogue a 24fps que não necessita de óculos 3D. Online desde 2003.

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.