É o fim do mundo. Outra vez.

Sempre achei que o The End of the F***cking World não precisava de uma 2.ª temporada e apesar de não estar totalmente enganado (a primeira viagem dos nossos amigos é brutamente redonda e perfeita), nunca fiquei tão contente de ser contrariado.
A nova temporada consegue ser mais negra e violenta do que a primeira (sim, é possível) e continua a balançar alegremente entre o mundo dos Coen e do Tarantino, com as novas personagens a trazerem os novos conflitos e reflexões que a impedem de ser redundante.
Ah, e a banda sonora do Graham Coxon continua a ser um mimo.
